Masai Mara – visite a reserva ecológica mais preservada do Quênia

Hoje, traremos para você um relato completo sobre nosso safari no Masai Mara. Essa grande reserva ecológica é considerada um dos melhores locais do mundo para conhecer a vida selvagem e avistar os famosos Big Five. Está pronto para essa aventura?!

O Básico sobre o Quênia

O Quênia é o país com a melhor economia da África do Leste e Central, sendo seu carro chefe a agricultura. Os principais produtos exportados são os famosos chás e cafés, cultivados nas terras altas. O país atualmente possui uma população de aproximadamente 49 milhões de pessoas, sendo que 10% dessa população vive em Nairóbi, sua capital.

Onde fica o Masai Mara

O Masai Mara, também conhecido como triângulo Mara, está localizado a aproximadamente 270 km da capital Nairóbi e faz fronteira com a Tanzânia – onde recebe o nome de Serengeti.

Mapa Masai Mara

Como é a Segurança no Quênia?

O que percebemos em nossa rápida passagem por Nairóbi, pois apenas pernoitamos na cidade, foi que o país era “seguro” e bastante desenvolvido em relação aos padrões que estamos acostumados no continente Africano. Não vimos nenhum episódio de violência ou vivenciamos nenhuma situação onde nos sentíssemos inseguros. No entanto, por razões óbvias, recomendo cuidados básicos, como não usar transporte público ou andar pelas ruas sem estar acompanhado, especialmente durante a noite.

Comunicações no Quênia

Nós optamos por não contratar plano de dados para celular, pois consideramos que o serviço de wi-fi da nossa hospedagem seria suficiente para as nossas necessidades. De todo modo, acredito que o sinal de celular seja precário na região do Masai. Ainda assim, se você tiver interesse em contratar dados móveis, temos parceria com a Easysim4U, basta clicar aqui e conferir os pacotes disponíveis (mas atenção as limitações de cada região).

Moeda do Quênia

A moeda corrente é o Xelim Queniano, tinha cotação de um dólar americano para 112 xelins quenianos em 21/11/2021. Caso precise trocar dinheiro, existem boas casas de câmbio no aeroporto de Nairóbi. Já adianto que nós não trocamos dinheiro, pois os hotéis, tanto em Nairóbi quanto no Masai, aceitavam dólares/euros em pagamento. Se for andar livremente pelo país, sugiro fazer a troca.

Religião e Idioma

“A população do Quênia é maioritariamente seguidora do Cristianismo sendo esta crença partilhada por 82% dos quenianos, (47% de protestantes, 23% de católicos romanos e 12% praticantes de outras religiões cristãs), 11% da população declara-se como muçulmana, outros 10% seguem crenças indígenas/tribais e 2% têm outras religiões. ” fonte wikipedia.com.br

O idioma é o Kiswahili, também conhecido como Suaíli. Essa língua é falada em 12 países do leste da África, incluindo Quênia, Tanzânia, Moçambique e Congo. Todavia, o inglês é amplamente conhecido e falado pelos habitantes do país, especialmente em hotéis e resorts.

Durante sua visita certamente você irá ouvir algumas expressões em Suaíli, vou deixar aqui as mais comuns com o seu significado.

Em Português Em Suaíli
Bem Vindo Karibu
Olá Jambo
Oi Mambo
Eu estou bem(resposta para Mambo) Poa
Como está você? Habari
Obrigado Asante
Muito Obrigado Asante Sana
Por favor Tafadhali
Bom Nzuri
Até logo/Tchau Kwaheri
Devagar Pole Pole
Não Obrigado Hapana asante
Sem preocupações/Sem problemas Hakuna Matata
Sim Ndyiyo
Comida Chakula
Água Maji
Café Kahawa
Chá Chai
Leite Maziwa
Açúcar Sukari
Cerveja gelada Bia baridi

Vistos e Passaporte

O Quênia exige passaporte válido por no mínimo 6 meses, a contar da data de saída do país, além de uma folha em branco para acomodar os carimbos do visto, que deve ter sido emitido antecipadamente (não há emissão de vistos na chegada ao aeroporto) através do site da imigração do governo queniano clicando aqui.

Para nossa alegria o processo é bem simples e descomplicado. Você deverá criar uma conta no referido site e aplicar para o tipo de visto desejado. O mais comum para turistas é o Single entry visit, que vale para uma única visita àquele país. Depois de emitido, o visto terá validade de 3 meses.

Nós fizemos o processo com um pouco mais de 30 dias de antecedência da nossa viagem e recebemos os vistos por e-mail em aproximadamente duas semanas. O período máximo de estadia para este tipo de visto é de 90 dias.

Para iniciar o processo, tenha em mãos os seguintes documentos (em formato pdf, jpeg ou ainda um arquivo do Microsoft word):

  • Itinerário de sua viagem – detalhes dos lugares visitados;
  • Reservas de hotel;
  • Tíquete aéreo de retorno;
  • Foto em boa resolução da página de identificação de seu passaporte;
  • Uma fotografia sua – no mesmo estilo da foto do passaporte, sem óculos ou chapéu. Importante dizer que não vale uma foto escaneada da sua foto do passaporte, pois ela deve ter sido tirada nos últimos 6 meses, em cores e mostrando o rosto por inteiro (parte frontal). Há indicação para não usar uniformes.

O site do governo queniano explica tudo que falei em detalhes, caso queira ver, basta CLICAR AQUI.

A taxa para emissão do e-visa é de USD51,00 – os pagamentos poderão ser feitos no cartão de débito ou crédito das bandeiras Mastercard e Visa. Antes de solicitar, verifique se seu cartão está habilitado para uso no exterior.

[ATENÇÃO] Desde 31 de dezembro de 2020 os vistos para estrangeiros NÃO são mais emitidos na chegada ao aeroporto!!

 

e-visa quenia

Vacinas necessárias para entrar no Quênia

Brasileiros devem apresentar o certificado Internacional de Vacinação contra a febre amarela, não sendo exigido, no momento, o comprovante de vacinação contra a COVID-19. Em relação a COVID, basta apresentar teste RT-PCR realizado nas últimas 96 horas – exceto para menores de 5 anos.

Se estiver viajando a partir de um país que não tem o programa Viajante Confiável (infelizmente é o caso do Brasil), você deverá enviar seu certificado negativo do teste RT-PCR para COVID-19 pelo site Global Haven, que irá gerar um Código de Viagem (Travel Code, TC) e este deverá ser apresentado na chegada.

Por último, todos os passageiros devem apresentar um formulário da Vigilância Sanitária do Quênia, que deve ser preenchido on‑line . Feito isto, será gerado um código QR que também deve ser apresentado às autoridades de saúde portuárias na chegada.

No momento, o Brasil está fora da lista de países sujeitos a quarentena, mas podem ocorrer alterações de acordo com avaliação de risco do Ministério da Saúde do Quênia, por isso consulte a situação do nosso país antes de viajar. Uma boa dica é acompanhar as exigências de cada país pelos sites da empresa aérea EMIRATES, e da IATA.

Por último, sugiro sempre andar com o seu certificado de vacinação contra a COVID-19 em formato digital (inglês/português/espanhol), que pode ser obtido pelo aplicativo ConecteSUS.

Procedimentos exigidos para o seu retorno ao Brasil

Para retornar ao Brasil, você precisará realizar um novo teste RT-PCR ou antígeno (permitido desde 05/10/2021) com resultado negativo em até 72 horas antes do seu embarque. No nosso caso, o teste de PCR foi agendado pelo próprio hotel e já estava incluído no valor da hospedagem. No dia e hora marcados, os médicos estavam em nosso glamping para coletar os exames. Zero trabalho ou dor de cabeça!

O resultado do exame deverá ser apresentado em um pequeno guichê na entrada principal do aeroporto de Nairóbi para conferência e validação do QR-CODE. Estando tudo em ordem, o funcionário irá colocar um pequeno selo indicando que toda documentação foi checada e você será liberado para acessar o saguão do aeroporto.

Não se esqueça de preencher a declaração de saúde do viajante – DSV – exigida pelo governo brasileiro para ingresso no Brasil, ela é individual e pode ser feita clicando aqui.

O preenchimento deverá ser com até 72 horas de antecedência para o seu embarque. Algumas empresas aéreas exigem a apresentação deste formulário e do resultado do teste no momento do embarque e você também poderá ser solicitado a apresentar essa declaração aos funcionários da ANVISA na chegada ao Brasil.

Cives – Centro de Informação em Saúde para Viajantes

Depois de falarmos sobre algumas questões básicas para a sua viagem, vamos tocar em um assunto muito importante e que por vezes acaba sendo ignorado pelo viajante. Você sabe quais os riscos determinado destino oferece para a sua saúde? Infelizmente, não podemos nos esquecer que ao viajar para outros países estaremos em contato com vírus ou doenças que não existem em nosso país. Mas como nos prevenir?! É exatamente aí que entra o trabalho do Cives – Centro de Informação em Saúde para Viajantes, serviço gratuito prestado pelo SUS através de profissionais competentíssimos da UFRJ desde 1997.

Mas porque vocês está me dizendo tudo isso? A resposta é simples, porque muitos países do continente africano são conhecidos pelo risco de transmissão da malária e de outras doenças contagiosas. No entanto, você não precisa entrar em pânico, pois é perfeitamente possível tomar determinadas medidas que irão reduzir absurdamente o risco de contaminação. Nós descobrimos tudo isso fazendo um consulta no Cives, que deve ser agendada através do email agenda@cives.ufrj.br . No corpo deste e-mail devem constar as seguintes informações:

  • Nome completo do viajante
  • Idade
  • Telefone para contato
  • Cidade e estado de origem
  • Motivo da viagem (no nosso caso turismo)
  • Data da partida
  • Data do retorno
  • Destino da viagem – de preferência informe o roteiro que você planejou

Fiquem atentos ao preenchimento das informações solicitadas, pois se elas não estiverem completas a consulta não será marcada. Geralmente, a resposta ao e-mail retorna em 72h.

O atendimento do CIVES é totalmente individualizado e a médica irá avaliar todo o seu histórico de doenças, vacinas e etc.

Não deixem para marcar a consulta de última hora, pois em alguns casos, você deverá iniciar o tratamento profilático alguns dias antes da entrada na zona endêmica, como é o caso da malária. Também é possível que a médica solicite o reforço ou aplicação de alguma vacina, o que necessariamente exige tempo.

Após a consulta, recebemos em nossos e-mails as receitas com todas as recomendações, de vacinas e medicamentos. Mas precisamos pedir a outro médico para transcrever, pois as mesmas vieram em formato digital e estavam sem certificado. Começamos o tratamento rigorosamente no prazo prescrito e mantivemos durante o tempo recomendado. Graças a Deus, não tivemos nada!

Desde o início da pandemia do COVID-19, o Cives passou a realizar consultas online, o que tornou o nosso acesso mais facilitado, mesmo morando no Rio de Janeiro.

Uma outra dica para minimizar o risco de contrair malária é você levar repelentes a base de Icaridina, pois eles funcionam muito bem. Nós não vimos em nenhum momento o mosquito transmissor, mas todo cuidado é pouco.

Contratação de Seguros de viagem

 

A contratação de seguros para a maioria dos lugares do mundo é opcional, mas altamente recomendável – principalmente nestes tempos de COVID-19. Eu não saio de casa para uma viagem internacional sem o meu. Se você ainda não contratou o seu, clique aqui e veja as melhores ofertas para o dia de hoje. Compare entre as várias seguradoras existentes e compre o que melhor se encaixar no seu perfil.

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Melhor época para fazer um safari no Masai Mara

Eu sempre digo que a melhor época para visitar qualquer destino turístico é aquela com menor probabilidade de chuva.

Pensando nisso e de acordo com a média histórica do Masai ( dados do site Climate Data), o melhor período para visitar a região vai de junho a setembro.

Caso o seu interesse seja especificamente pela grande migração, época em que 1,5 milhão de gnus, 400.000 zebras, 300.000 gazelas e 12.000 elandes atravessam os grandes campos do Serengheti na Tanzânia para a região do lago Victória no Quênia em busca de água e pastagens frescas, sua viagem deverá ser realizada do meio de julho até o inicio de outubro.

Importante dizer que as temperaturas no Masai são baixas na parte da noite e no início da manhã, portanto leve roupas adequadas.

Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
Temperatura média (°C) 20.6 21.8 21.5 20.5 20.3 20.1 20.1 20.4 21.1 21.6 20.5 20.2
Temperatura mínima (°C) 14.6 15.4 15.5 15.5 15.2 14.8 14.4 14.7 15.2 15.8 15.3 14.8
Temperatura máxima (°C) 27.1 28.7 28.2 26.6 26.2 25.9 26.2 26.6 27.6 28.3 26.8 26.3
Chuva (mm) 61 44 80 99 55 23 9 20 23 43 90 80
Umidade(%) 61% 52% 57% 67% 64% 57% 51% 51% 50% 50% 62% 64%
Dias chuvosos (d) 8 7 8 10 7 3 2 3 4 5 9 9
Horas de sol (h) 10.2 10.4 10.1 9.6 9.8 10.0 10.2 10.3 10.5 10.4 10.0 9.9

 

Como chegar no Masai Mara?

Não há voo direto do Brasil para o Quênia. As opções mais comuns para chegar até Nairóbi são:

  • Qatar Airways – que se conecta em Doha,
  • Emirates – com conexão em Dubai,
  • Ethiopian Airlines, British Airways, Air France e Lufthansa. Conectando-se em Addis Ababa, Londres, Paris e Frankfurt respectivamente.

No nosso caso, voamos com a Qatar Airways até Doha e de lá fomos para Zanzibar. Após alguns dias de descanso, voamos de Zanzibar para Nairóbi com a Precision Air. O voo chegou no aeroporto internacional de Nairóbi, após 01h30 de viagem.

Já para chegar no Masai Mara, você terá a opção de voar por 45 minutos em um pequeno avião, são dois voos regulares do Aeroporto Wilson de Nairóbi para a pista de pouso privada de Kichwa Tembo, ou viajar de carro por 270 km em aproximadamente 6h30.

Nós escolhemos ir de avião, voando com a Safarilink. Saímos de um hangar pequeno mas muito novo e bem estruturado. Nosso check-in foi realizado com auxílio do pessoal do nosso Glamping e aguardamos apenas 30 minutos para embarcar. Importante dizer que os voos são divididos por horário e cor do bilhete. Fique atento! Essa divisão é feita em razão das inúmeros pistas de pouso do Masai e você será acomodado no voo com a pista de pouso mais próxima do seu hotel. Note que o avião pode parar em algum camping antes de chegar ao seu Glamping, por isso, preste bastante atenção as instruções da tripulação.

O voo é realizado em uma aeronave de pequeno porte (Grand Caravan), com capacidade para apenas 14 pessoas. A bagagem limita-se a 15kg por pessoa. Em razão disso, as malas maiores devem ficar em Nairobi. A rede Andbeyond oferece aos seus hospedes o serviço de guarda volumes, o que achei bastante conveniente.

 

Quanto tempo devo ficar no Masai Mara?

Não há uma resposta certa para essa questão, tudo irá depender do seu orçamento. De todo modo, não recomendo menos que 2 dias inteiros no Masai Mara.

Nós ficamos 4 dias inteiros e aproveitamos bastante nossa visita. Quando fomos para o Kruger Park na África do Sul ficamos 2 dias inteiros e voltamos com aquela sensação de que poderíamos ter ficado mais.

Onde ficar no Masai Mara?

O Masai Mara é uma reserva com inúmeras opções de hospedagem, que vão desde as mais básicas até as mais luxuosas. Nós escolhemos o AndByond Kichwa Tembo Tented Camp e não nos arrependemos. A propriedade está situada na fronteira oeste da Reserva Nacional Masai Mara em uma concessão privada, com abundante vida selvagem. O Camp é sofisticado e elegante, oferecendo 12 tendas clássicas (no nível do chão), 20 tendas Superiores e oito tendas Superior View ( suspensas a uns 2,5m ou 3 m do chão).

Nossa opção foi pela tenda superior e o quarto era muito espaçoso e confortável, com uma linda vista panorâmica.

O viajante que procura a rede AndBeyond pode esperar por todas as comodidades imagináveis, incluindo piscina, spa, serviço de mordomo e lavanderia.

Nos dias que estivemos por lá, nosso mordomo não mediu esforços para que tivéssemos uma estadia memorável. O despertar era sempre acompanhado por biscoitos e chás. Já durante a noite quando saíamos para jantar, ele entrava em nosso quarto e preparava nossa cama com bolsas de água quente para que o colchão estivesse em uma temperatura agradável (de noite fazia bastante frio). É ou não é um luxo?!

Destaco, que a rede preza pela sustentabilidade, não havendo utilização de embalagens plásticas em suas unidades, além de toda a água quente do acampamento ser aquecida por meio de sistema solar.

O pacote de alimentação oferecido incluía café da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar, além de uma carta variada de bebidas (alguns tipos de bebidas alcoólicas são cobradas à parte.) Nos safáris também eram servidos pequenos lanches e bebidas.

O restaurante do complexo está situado em um belo jardim e as comidas servidas eram de ótima qualidade, sendo os legumes e verduras produzidos na horta orgânica da propriedade. Destaco que o Chef era muito atencioso e estava sempre pronto a nos atender, caso desejássemos comer algo que não estivesse no menu do dia.

Enfim, super recomendo a hospedagem e tenho certeza que será uma experiência extraordinária. Infelizmente, o hotel não está no booking, porém, vou deixar aqui o link direto para o site da rede. Se tiver interesse, clique aqui e confira.

Outras opções de hospedagem no Masai Mara

Vou deixar um mapinha dinâmico com todos os hotéis, campings e glampings da região. Basta pesquisar e escolher a hospedagem que melhor se encaixa em suas necessidades. Sugiro, apenas, que você leia os comentários dos viajantes para ter certeza que é exatamente o que procura.

Booking.com

Atrações no Masai Mara

A principal atração do Masai Mara é o safári que será oferecido pelo hotel. Exatamente por isso a escolha cuidadosa da sua hospedagem é muito importante. A intenção dessa atividade é realizar o famosos game drives em busca dos Big Five, que são os 5 mamíferos selvagens mais difíceis de serem “caçados” pelo homem.

Os animais são:

  • Leão,
  • Búfalo,
  • Leopardo,
  • Elefante,
  • Rinoceronte.

Geralmente, os hotéis oferecem essa atividade logo ao amanhecer e no meio/fim da tarde. Os carros utilizados são abertos e contam sempre com a presença de um guia local. No nosso caso, o guia/motorista foi o simpático Luke Kirema (@lukekirema no instagram).

Nos 4 dias que realizamos essa atividade vimos inúmeros Elefantes, Girafas, Zebras, Hienas, Hipopótamos, Javalis, Leopardos, Rinocerontes, Leões, Macacos, Crocodilos, Gnus, Bufalos, Pássaros e etc. Embora essa não fosse a nossa primeira experiência deste tipo, posso dizer que foi surpreendente! Ficamos maravilhados com quantidade de animais e com a beleza do Masai!

Nosso guia sempre pedia nossa opinião sobre o que desejávamos fazer naquele dia e em todas as paradas para o café, recebíamos inúmeras informações sobre os animais e cultura local.

No nosso último dia de safári fizemos um voo de balão ao amanhecer, por aproximadamente 1 hora. Posso dizer, sem medo de errar, que foi uma das coisas mais fantásticas que fizemos no Masai. De cima é possível ver um número ainda maior de animais! Esse foi o nosso quarto voo de balão (já voamos na Turquia, no Myanmar e no Egito) e pelas coincidências da vida realizamos com o mesmo piloto do nosso primeiro voo.

Para fechar com chave de ouro, ainda fizemos uma programação bastante diferente neste dia e passamos o dia inteiro passeando. Fomos até a fronteira da Tânzania e almoçamos na savana. Luke preparou para nós uma linda cesta de picnick.

Não posso esquecer de dizer que entre um safári e outro, era sempre possível relaxar na bela piscina do glamping com vista para a savana, descansar em nossa tenda ou caminhar pela propriedade.

Visita a tribos Masai e Safari a pé

Uma atividade bastante interessante oferecida pelo camp é a visita a tribo Masai. Sem dúvida, uma oportunidade incrível para conhecer as pessoas, seus costumes, danças, comida e hábitos. No entanto, em razão da pandemia esta atividade não estava sendo realizada quando fomos.

Uma outra opção bastante interessante são as caminhadas guiadas, onde de fato podemos interagir com a natureza.

Com que destino eu posso combinar uma visita ao Masai Mara?

Uma combinação bastante fácil e famosa é a Tanzânia, mas alguns turistas também optam por conhecer os gorilas em Uganda.

Também é possível combinar sua viagem com cidade sede da empresa aérea escolhida, no conhecido stopover.

Veredito

Recomendo fortemente! Os safáris são uma daqueles experiência que devemos ter pelo menos 1 vez na vida. Um detalhe animador é que os preços de safári no Quênia são mais convidativos do que na Tanzânia.

Outras dicas de viagens exóticas

Veja aqui outros posts para você combinar sua viagem para o Quênia.

Obrigado a todos pela Leitura e até a próxima!

 

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